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O estudo de coordenação e seletividade de proteção elétrica garante que, em caso de falta no sistema, apenas o dispositivo mais próximo da falha atue — isolando o problema sem derrubar o restante da instalação. Em plantas industriais com processos contínuos, uma atuação em cascata não seletiva pode parar linhas inteiras por uma falha em um único circuito secundário, gerando perdas de produção que facilmente superam dezenas de milhares de reais por hora. A Epson Engenharia executa esse estudo com engenheiros registrados no CREA, emissão de ART e entrega de relatório técnico com folhas de verificação gráfica (curvas TCC), tabelas de ajuste prontas para aplicação e indicação precisa de áreas desprotegidas.
A coordenação de proteção é o processo de configurar a hierarquia de atuação dos dispositivos de proteção de um sistema elétrico — disjuntores, fusíveis, relés de sobrecorrente e diferenciais — para que, em caso de falta, o dispositivo que atue primeiro seja sempre o mais próximo do ponto de falha.
A seletividade é o resultado concreto desse processo: a capacidade do sistema de isolar apenas o trecho defeituoso, mantendo em operação todos os demais circuitos da instalação.
A ferramenta técnica central desse estudo é a curva TCC (Time-Current Characteristic) — um gráfico que sobrepõe as curvas de atuação de todos os dispositivos de proteção em cascata. Quando as curvas estão corretamente espaçadas e ordenadas, o sistema tem seletividade plena. Quando se cruzam ou se sobrepõem, há risco de atuação indevida ou de zona desprotegida — e é exatamente isso que a Epson identifica e corrige.
Indústrias onde o custo de uma parada não programada é alto são as que mais precisam desse estudo. Em especial:
O estudo de coordenação e seletividade de proteção elétrica realizado pela Epson segue as normas técnicas:
Com emissão de ART — responsabilidade técnica total em cada estudo entregue.
Prontas para uso pela equipe de manutenção, sem necessidade de interpretação adicional.
Os dois estudos são complementares e a Epson pode realizá-los de forma integrada, com ganho de prazo e consistência técnica.
Sem terceirização da responsabilidade técnica.
Coordenação é o processo de configurar os dispositivos de proteção para atuarem de forma hierárquica. Seletividade é o resultado prático desse processo — a capacidade do sistema de isolar apenas o trecho com falha. Os dois conceitos são interdependentes e são abordados no mesmo estudo.
São estudos distintos, mas fortemente complementares. O estudo de curto-circuito fornece os valores de corrente de falha que são usados como entrada para o estudo de coordenação e seletividade. A Epson recomenda e realiza os dois de forma integrada.
O estudo deve ser refeito sempre que houver alteração nos dispositivos de proteção instalados, substituição ou ampliação de transformadores, inclusão de novos alimentadores ou modificação na topologia da rede. Revisão periódica a cada 3 a 5 anos é recomendada mesmo sem alterações.
Sim. A Epson Engenharia atua em todo o território nacional com equipe própria de engenheiros, atendendo indústrias e plantas em diferentes estados.
A Epson Engenharia está sediada em Serra (ES) e atende empresas em todo o Brasil. Conheça também nossos estudos elétricos industriais completos e entre em contato para solicitar uma avaliação sem compromisso.